terça-feira, 28 de maio de 2013
CONTROLE DOS DISTÚRBIOS ÁCIDO-BASE
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Colorações

EMBRIOLOGIA – DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA URINÁRIO
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Hemostasia
terça-feira, 22 de novembro de 2011
URINÁLISE
A quantidade de urina normalmente produzida por um adulto é de aproximadamente de 600 mL a 2.000 mL por dia, a urina noturna raramente excede a 400 mL. A formação da urina ocorre nos rins que filtra um grande volume de líquido do sangue no glomérulo (filtrado glomerular) para os túbulos (urina primária). Além da água, o qual contém pequenas moléculas presentes no plasma e em seguida, no túbulo e no ducto coletor, transporta de volta pra o sangue (reabsorção) os componentes da urina primária em quantidades diferentes conforme a substância bem como conforme a necessidade (regulação). E o restante do filtrado é eliminado com a urina (excreção) (SILBERNAGL; DESPOPOULOS, 2009).
Hoje, a urinálise faz parte da rotina laboratorial e é um trabalho que faz parte da capacidade biomédica. Existem atualmente três tipos importantes de urinálise: 1- A Fita reagente (dipstick) que proporciona múltiplas informações fisioquímicas da urina; 2- urinálise básica que utiliza o exame microscópico do sedimento urinário junto com a fita reagente; 3- e o exame citopatológico especializado do sedimento urinário. Utilizando a parte química e microscópica de um laboratório (HENRY, 2008).
Uma avaliação urinária consiste em dois componentes importantes: (1) determinações fisioquímicas (densidade, aspecto, cor e outras determinações da fita reagente); (2) exame microscópico para evidenciar hematúria, piúria, cilindros (cilindrúria) e cristalúria.
E uma urinálise de rotina observa-se quatro componentes: avaliação da amostra, exame superficial/físico, triagem bioquímica e exame do sedimento.
Na avaliação da amostra é observado se ela está devidamente identificada, se tem condições para o exame solicitado, conservação adequada e se ela num apresenta sinais de contaminação. O exame físico analisa o aspecto, cor, densidade e volume. A triagem bioquímica avalia o pH, proteinúria, glicose e outros açúcares, presença de cetonas, hemoglobina, bilirrubina, presença de nitrito e leucócitos na urina. A avaliação do sedimento deve ser feita com microscopia óptica e os resultados devem ser interpretados juntamente com o exame bioquímico e físico.
Uma análise urinária completa apresenta uma avaliação através de fita reagente, densidade específica e observação do sedimento urinário, esta análise pode auxiliar o clínico a visualizar problemas quando o paciente for assintomático, assim preconizando o diagnóstico e proporcionando uma melhor sobrevida ao paciente. Uma urinálise realizada de forma correta realiza a combinação da análise física, química e o histórico do paciente, assim podem incluir ou excluir diversas patologias, proporcionando um diagnóstico diferencial (DALMOLIN, 2011).
CONCLUI-SE QUE...
A urinálise é um exame muito importante na rotina laboratorial, pois ele avalia a presença de processos patológicos renais (infecções e insuficiências renais), auxiliando no diagnóstico de diversas patologias, permitindo um monitoramento e a visualização de um progresso destas patologias. Além de permitir a verificação da eficácia de tratamentos.
A metodologia pode ser realizada da seguinte forma:
1º é realizado a análise físico-química da urina coma fita reagente. Nela é permitida a visualização da cor, da densidade, do aspecto, volume, pH, glicose, uribilinogênio ou bilirrubina, presença de leucócitos, nitrito, proteínas, cetonas, hemoglobina na urina. São realizadas anotações que auxiliaram na fase de visualização dos sedimentos.
Onde primeiramente são visualizadas as características físicas da urina:
-Cor: normalmente a urina apresenta uma coloração transparente e amarelada. Nunca deve ser considerado como um fator característico de patogenia deve ser associado com os outros resultados. Podendo ser encontradas a cor amarela clara, amarelo citrino e amarelo escuro.
-Turbidez: é influenciada pela concentração urinária. Leucócitos, eritrócitos, cristais, bactérias, muco, lipídeos e materiais contaminantes podem aumentar a turbidez da amostra. A turbidez pode apresentar as seguintes classificações: turvo, levemente turvo ou límpido.
-Densidade: A densidade indica a concentração das substâncias sólidas diluídas na urina. Quanto menos água houver na urina, menos diluída ela estará e maior será sua densidade. Urina com densidade próxima de 1030 indica desidratação. São muito amareladas e normalmente possuem odor forte.
-Volume: observa o volume de urina apresentado pelo paciente.
E com a fita reagente são obtidos as características químicas. Que são:
-pH: A urina é naturalmente ácida, pois o rim é o principal meio de eliminação dos ácidos do organismo. Valores maiores ou igual 7 podem indicar presença de bactérias que alcalinizam a urina. Valores menores que 5,5 podem indicar acidose no sangue ou doença nos túbulos renais.
-Glicose: Toda a glicose que é filtrada nos rins, é reabsorvida de volta para o sangue pelo túbulos renais. Deste modo, o normal é não apresentar evidências de glicose na urina. Os doentes com diabetes mellitus costumam apresentar glicose na urina. Só há glicose na urina se houver excesso desta no sangue ou se houver doença nos rins.
-Proteínas: normalmente sua presença é mínima, mas se apresentarem em alta quantidade é sinal de doença renal, e deve ser previamente investigada.
-Hemácias, hemoglobina ou sangue na urina: a presença na urina pode ocorrer por diversos motivos, desde um falso positivo devido à menstruação, até infecções, doenças renais graves e doenças do trato urinário.
-Leucócitos: A presença de leucócitos na urina costuma indicar que há atividade inflamatória nas vias urinárias. Em geral sugere infecção urinária, mas pode estar presente em várias outras situações, como traumas, drogas irritativas ou qualquer outra inflamação não causada por um agente infeccioso.
-Cetonas: são produtos da metabolização das gorduras. Não estão presentes na urina. A sua detecção pode indicar diabetes descompensado ou jejum prolongado.
-Urubilinogênio ou bilirrubina: podem indicar doença hepática (fígado) ou hemólise (destruição anormal das hemácias). A bilirrubina só costuma aparecer na urina quando os seus níveis sanguíneos ultrapassam 1,5 mg/dL.
-Nitritos: A urina é rica em nitratos. A presença de bactérias na urina transforma esses nitratos em nitritos. Logo, fita com nitrito positivos é um sinal da presença de bactérias. Nem todas as bactérias têm a capacidade de metabolizar o nitrato, por isso, nitrito negativo de forma alguma descarta infecção urinária.
2º uma parte da urina que é colocada em um tubo é levada para centrifugação, para que possam realizar a análise microscópica dos sedimentos e verificar a presença de leucócitos e cilindros, células epiteliais, cristais e outros corpos presentes na urina.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LIVROS:
• HENRY, John Bernad. Diagnósticos Clínicos e tratamento por métodos laboratoriais. 20ª Edição. Editora: Manole. Barueri-SP, 2008.
• SILBERNAGL, Stefan; DESPOPOULOS, Agamemnon. Fisiologia texto e atlas. 7ª Edição. Editora: Artmed. Porto Alegre, 2009.
INTERNET:
• INSTITUTO DE PATOLOGIA CLÍNICA H. PARDINI. Manual de Exames. 2002. Disponível em: www.hermespardini.com.br;
sábado, 29 de outubro de 2011
SUS e o PSF
A expansão e a qualificação da atenção básica, organizadas pela estratégia Saúde da Família, compõem parte do conjunto de prioridades políticas apresentadas pelo Ministério da Saúde e aprovadas pelo Conselho Nacional de Saúde. Esta concepção supera a antiga proposição de caráter exclusivamente centrado na doença, desenvolvendo-se por meio de práticas gerenciais e sanitárias, democráticas e participativas, sob a forma de trabalho em equipes, dirigidas às populações de territórios delimitados, pelos quais assumem responsabilidade. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2011)
- MISTÉRIO DA SAÚDE. Departamento de Atenção Básica: atenção básica e saúde da família, 2011. Disponível em: www.dab.saude.gov.br; Acesso: 11 de Setembro de 2011 às 16h45min.
- SANTANA, M.; Programa Saúde da Família no Brasil: Um Enfoque Sobre Seus Pressupostos Básicos, Operacionalização e Vantagens; 2001.
Acadêmica: Frantiesca Vargas
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Nova ferramenta de reparo de código genético é encontrada
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
5º Encontro Mato-grossense de Biomedicina
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
CONTROLE DE QUALIDADE NO LABORATÓRIO CLÍNICO
Acadêmica: Frantiesca Vargas
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Bactéria “gigante”: algumas espécies são visíveis a olho nu
Se você achava que bactéria era sinônimo de “ameaça invisível”, lamento informar que você não está de todo certo.
De fato, a maioria das bactérias é minúscula, muito pequena para ser vista a olho nu. Há boas razões para isso: enquanto as células complexas das plantas e animais têm sistemas de transporte internos para mover moléculas ao redor, as bactérias se baseiam principalmente na difusão para mover coisas ao redor de suas células. Uma vez que a difusão só funciona bem em distâncias de até alguns milionésimos de metro, as bactérias não podem crescer muito.
No entanto, algumas espécies conseguiram realizar a façanha. Na verdade, pelo menos três são tão grandes que podem ser vistas sem ajuda de um microscópio.
A primeira gigante foi descoberta em 1985, mas devido ao seu tamanho, não foi reconhecida como uma bactéria até oito anos mais tarde. A Epulopiscium fishelsoni (na foto) tem a forma de bastonete, vive no intestino de peixes-cirurgiões no Mar Vermelho, e chega até 0,7 milímetros de comprimento (o que é centenas de vezes maior do que, por exemplo, a bactéria E. coli que mora no nosso intestino e tem cerca de 0,002 milímetros de comprimento).
A E. fishelsoni alcança esse tamanho “máximo” por ter dezenas a centenas de milhares de cópias de seu DNA.
Isso significa que ela pode produzir proteínas em muitos lugares diferentes em sua célula, de forma que elas só precisam se difundir a uma curta distância para chegar até onde são necessárias. Cálculos recentes mostram a proporção de DNA por volume na E. fishelsoni é o mesmo para uma bactéria de tamanho normal.
A E. fishelsoni manteve o título de maior bactéria até 1997, quando Thiomargarita namibiensis apareceu para concorrer na categoria.
A T. namibiensis, que significa “pérola de enxofre da Namíbia”, por causa dos grânulos de enxofre brilhantes que moram dentro dela, chega a até 0,75 milímetros de diâmetro.
A bactéria conta com o mesmo truque de E. fishelsoni: milhares de cópias de seu DNA. Embora tenha um volume até 100 vezes maior do que a E. fishelsoni, a maior parte deste espaço é usado para armazenamento: 98% da célula é ocupada por uma membrana enorme, ou vacúolo.
Este vacúolo contém até três meses de fornecimento de nitrato, que a bactéria usa para oxidar o sulfeto de hidrogênio do qual se alimenta. O armazenamento é necessário porque o fornecimento de nitrato no fundo do mar é irregular, dependendo de animais mortos que afundam.
Uma bactéria quase idêntica a T. namibiensis, com 0,5 milímetros de diâmetro, também visível a olho nu, foi descoberta no México em 2002. Isso prova que provavelmente há mais bactérias gigantescas por aí, esperando para serem encontradas
BIBLIOGRAFIA:
www.hypescience.com
Acadêmica: Karen Quevedo

